sábado, 8 de maio de 2010

Vergonha alheia II


Sexta-feira shopping cheio lugar ideal para pagar mico, bem estava andando com a minha irmã mais velha pela loja Americanas e ao chegamos à seção de equipamentos eletrônicos minha irmã se lembrou de que queria compra um microfone para colocar no computador mas até então estava tudo normal mas tinha que ocorrer algo, do nada minha irmã vira pra mim coloca a mão em frente ao rosto como se estivesse segurando um microfone e falou:

_Eu quero compra um microfone...

Mas não teria sido nada demais se ela simplesmente tivesse virado na minha direção e falado, mas ela não se contentou em fazer isso simplesmente ela colocou a mão na frente e olhou para minha cara e saiu andando rápido e falando bem alto:

_Quero compra um M.I.C.R.O.F.O.N.E.E.E.

Com ritmo e tudo rsrs, e quando ela esta quase saindo da loja um cara passa por ela e olha para minha cara como se fosse eu que estivesse fazendo... POR QUÊ? POR QUÊ? ELE NÃO VIU QUE NÃO ERA EU?

Vergonha alheia I (chip da vivo)

Vivemos em um mundo capitalista onde quase tudo é movido por dinheiro, mas hoje cheguei à horrível conclusão que as pessoas realmente fazem de tudo para obter-lo.

O primeiro emprego é sempre muito difícil, e um lugar que dá muita oportunidade são os shoppings, e é bem comum nos deparamos lá com vendedores, caixa, garçons, ás vezes até mesmo com recreacionistas (nome bonito para palhaço). Mas hoje andando com a minha irmã me deparei com uma “coisa” muito inusitada “Um chip vivo tamanho família” rsrs. E por pior que pareça o garoto parecia gosta da situação, a fantasia era ridícula, ele usava uma roupa branca super colada por baixo e com uma espécie de isopor ou espuma com a forma do chip por cima.

Nossa dei muita risada, mas ao passar o riso cheguei a uma conclusão deve pagar bem, Será?...
Enfim como dizem vergonha aléia é a pior que existe, mais também as mais engraçadas rsrs.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Se não tem sorte, dá pra rir com piada ;) HAHA




Quem nunca se divertiu naquele dia péssimo com uma boa tirinha? HAHA (Y)

Charlie Brown em mauá, fui, e paguei mico!

Show do Charlie Brown em Mauá, só alegria!
Mas como sempre, algumas coisas acontecem pra acabar com a alegria do pobre, ou então, somente pra deixar o pobre furioso mesmo :S
Muito calor no dia, muita gente junta( isso não cheira bem, literalmente), muita música, e lá estava eu com uma galera.
O show ainda não tinha começado e resolvemos dar uma volta quando, de repente surge alguem no meio da multidão, e uma pessoa grita: OLHA O CHORÃO! E não sou mt fã, mas já que eu tava ali não custava tentar conhecer ele não é?
Saí correndo com mais uma pessoa feito louca, mas percebi que só tinha nós duas correndo, e foi quando ( maldita hora) decidi olhar pra trás pra ver se tinha mais alguem, e ao invés de parar, continuei correndo e quando olhei pra trás, enrosquei um pé no outro e caí de barriga ( muito ódio), mas pelo menos alcancei o " chorão", ou o pé dele, tanto faz.
Quando me levantei com a calça rasgada no joelho e um ralado HORRIVEL no braço, olhei bem pra ele, e adivinhem? NÃO era o Chorãão ( Merda :s). Eu não sabia onde enfiar a cara ( e nem o braço ralado) ele me perguntou porque aquele desespero e eu disse que eu tinha gostado dos tenis e queria perguntar pra ele onde comprou ¬¬ ( eu nunca ia dizer que achei que ele era o chorão mesmo), ele riu da minha cara e disse que não precisava ter rasgado a calça por isso.
Pois é, curti o show depois disso, muita vergonha, e ainda por cima, nem cheguei perto do Chorão, ou melhor, nem perto da grade do palco, mas oq ue importa é que teve Charlie Brown em Mauá, e eu estive lá , com a calça rasgada, mas eu estava lá (Y)

São Paulo

Toda mulher sempre sabe que o melhor jeito de chegar a um lugar é pedindo informação para algum morador ou dona de banca de jornal, mais infelizmente nem sempre isso ajuda, afinal as pessoas não sabem dar informação e na maioria das vezes passam errada só para não admitirem que não conheça o local (atitude bem masculina).
Mas enfim uma volta por certa rua de são Paulo se tornaria bem, mas fácil se conhecemos o local, mas esse não é o caso. E tudo pode mudar em poucos minutos e foi isso justamente que aconteceu naquele dia, uma simples informação:

_Desça a rua e lá encontrará a agência e descemos, mas não há encontramos. ”Vamos continuar descendo se não encontramos voltamos”, bem descemos e entramos à esquerda, à direita e como se não faltasse mais nada como todo azaram começa a chover uma só sombrinha muito vento para ajudar e quando olhamos estávamos encharcadas e completamente perdidas “e ai pra onde vamos?”, “marcou algum ponto de referencia?”, mas infelizmente não foi o bastante e começamos a dar voltas e voltas parecíamos duas toupeiras
Enquanto andávamos por quase são Paulo inteira e sem direção afinal já a tínhamos perdido-a uma musica me vinha à cabeça “estou a dois passos do paraíso” afinal logo chegaríamos a essa estação.
E por mais incrível que pareça isso tudo teve fim após duas horas de andança e ao reparamos que não havíamos entrado em uma única rua e era justamente a que estávamos procurando. Riamos demais naquele dia e para terminar tudo pegamos o metrô errado e acabamos que voltando por mesmo lugar e quando chegamos na estação certa pegamos o trem errado. Aquele definitivamente não erra nosso dia e nem há nossa hora.

Fome, frio, encharcadas e para ajudar uma sensação de que nunca encontraríamos o caminho certo.